
Quando uma empresa começa a exportar, é natural usar como referência aquilo que já conhece: o custo de produção, a margem praticada no Brasil e o preço pelo qual o produto é comercializado no mercado interno. A partir daí, alguns valores são retirados, outros acrescentados e chega-se a uma proposta para o comprador estrangeiro. Esse raciocínio pode parecer suficiente para uma primeira aproximação. Mas existe uma diferença importante...

